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Bagagem extraviada: por que o PIR decide tudo

Sem o registro feito no aeroporto, antes de sair, a seguradora não tem como comprovar o extravio. É o papel mais importante da viagem.

Equipe kalmaai · 5 de agosto de 2026 · 4 min de leitura

Família com uma criança pequena atravessando o saguão do aeroporto com as malas

Todo mundo que pesquisa seguro para a Europa esbarra no mesmo número: € 30 mil. Ele aparece nos sites das seguradoras, nos comparadores e nos grupos de viagem, quase sempre sozinho, como se fosse a única exigência. Não é.

O acordo de Schengen pede que a apólice cubra despesas médicas e hospitalares de no mínimo € 30 mil, valha em todos os países do bloco e inclua repatriação. As três coisas juntas. Uma apólice de € 100 mil que não menciona repatriação pode ser recusada, e uma de € 30 mil que cobre só um país também.

O que o consulado lê na apólice

O documento precisa dizer, em texto, o valor da cobertura médica, o período de vigência e a área geográfica. Vigência que termina antes da data de volta é motivo de recusa mesmo quando o valor está certo — e é o erro mais comum de quem compra o seguro antes de fechar a passagem.

Compre o seguro depois de ter as datas fechadas. Estender a vigência depois custa mais caro do que contratar certo da primeira vez.

Quando o mínimo não basta

O mínimo é o mínimo. Uma internação de três dias em Lisboa consome boa parte de € 30 mil, e em países como Suíça e Noruega o teto some mais rápido ainda. Se a viagem for longa, com esporte, ou com alguém acima de 60 anos, o degrau seguinte costuma custar poucos reais a mais por dia.

Vale comparar o que muda entre um plano e o outro antes de olhar só o preço final. A diferença entre € 30 mil e € 60 mil quase nunca é proporcional ao que aparece na conta.

Atenção:
Este texto é apenas para compor o layout de postagem do blog.