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Seguro para o Schengen: o que o consulado exige de verdade

O mínimo de € 30 mil aparece em todo lugar, mas quase ninguém explica o que mais precisa estar escrito na apólice para o visto não voltar.

Equipe kalmaai · 2 de setembro de 2026 · 7 min de leitura

Família animada num saguão de aeroporto, segurando passaportes e cartões de embarque

Todo mundo que pesquisa seguro para a Europa esbarra no mesmo número: € 30 mil. Ele aparece nos sites das seguradoras, nos comparadores e nos grupos de viagem, quase sempre sozinho, como se fosse a única exigência. Não é.

O acordo de Schengen pede que a apólice cubra despesas médicas e hospitalares de no mínimo € 30 mil, valha em todos os países do bloco e inclua repatriação. As três coisas juntas. Uma apólice de € 100 mil que não menciona repatriação pode ser recusada, e uma de € 30 mil que cobre só um país também.

O que o consulado lê na apólice

O documento precisa dizer, em texto, o valor da cobertura médica, o período de vigência e a área geográfica. Vigência que termina antes da data de volta é motivo de recusa mesmo quando o valor está certo — e é o erro mais comum de quem compra o seguro antes de fechar a passagem.

Compre o seguro depois de ter as datas fechadas. Estender a vigência depois custa mais caro do que contratar certo da primeira vez.

Quando o mínimo não basta

O mínimo é o mínimo. Uma internação de três dias em Lisboa consome boa parte de € 30 mil, e em países como Suíça e Noruega o teto some mais rápido ainda. Se a viagem for longa, com esporte, ou com alguém acima de 60 anos, o degrau seguinte costuma custar poucos reais a mais por dia.

Vale comparar o que muda entre um plano e o outro antes de olhar só o preço final. A diferença entre € 30 mil e € 60 mil quase nunca é proporcional ao que aparece na conta.

Atenção:
Este texto é apenas para compor o layout de postagem do blog.